segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Alpinista brasileiro sofre acidente e pode estar morto

Bernardo Collares, vice-presidente da Confederação Brasileira de Escalada, fraturou a bacia em montanha argentina




Bernardo Collares em ação
O alpinista brasileiro Bernardo Collares sofreu um grave acidente na montanha FitzRoy, considerada uma das mais difíceis de ser escalada na região da Patagônia, na Argentina. Ele fraturou a bacia e sofreu hemorragia, e as chances de Bernardo ser encontrado com vida são praticamente nulas.
Aos 46 anos de idade, o alpinista estava com a escaladora Kika Bradford quando sofreu a queda e se machucou. Kika ainda tentou carregá-lo de volta para baixo, mas, como não conseguiu, deixou Bernardo no local e foi buscar socorro no povoado mais próximo.
A brasileira demorou dois dias para encontrar ajuda, mas as autoridades argentinas, médicos e outros alpinistas disseram que não fazia sentido voltar ao local onde Bernardo está para tentar resgatá-lo e cancelaram a busca. Além do ferimento, o alpinista teve que enfrentar uma tempestade na montanha perto da cidade de El Chaltén, sendo praticamente impossível encontrá-lo com vida.
O monte FitzRoy é uma agulha de granito e sua perigosa escalada é considerada uma das mais técnicas da Argentina. Apesar do acidente, Bernardo sempre foi visto como um alpinista experiente por outros escaladores.



Musa do skate, Leticia Bufoni salta de paraquedas e encontra Bob Burnquist


Skatista brasileira fez salto em Foz do Iguaçu e foi 

até a casa de Bob 

Burnquist, no Rio, para praticar manobras

A musa do skate brasileiro, Leticia Bufoni encarou um novo desafio.
 Tetracampeã mundial e dona de três medalhas de ouro nos X-Games
de 2013, a brasileira foi para Foz do Iguaçu para saltar de paraquedas.
 Por lá, encontrou o ator global Caio Castro. Leticia também foi até a
 casa de Bob Burnquist no Rio de Janeiro para praticar novas manobras.
Veja foto:



quinta-feira, 10 de abril de 2014


França pretende pagar para quem for trabalhar de bicicleta

PUBLICADO . EM MOBILIDADE

  • Em troca de subsídios dados às empresas, trabalhadores receberiam 21 centavos de euro por quilômetro percorrido.
  • O Governo gastará 20 milhões de euros com a medida e espera poupar 5,6 bilhões de euros na área da saúde
Por Pablo León
O objetivo: incentivar o uso da bicicleta. Com esta ideia em mente, alguns países realizaram diversas propostas, desde baixar os impostos que taxam as bikes até elaborar um Plano Nacional da Bicicleta. A França propõe algo a mais: subsidiar os trabalhadores que pedalarem até seu local de trabalho. Com uma cifra de 21 centavos de euro por quilômetro percorrido, Thierry Mariani, atual ministro do Transporte, retoma uma ideia proposta por seu antecessor. As empresas realizariam o abono, em troca de isenções fiscais. O Governo gastará 20 milhões de euros com a medida e espera poupar 5,6 bilhões de euros na área da saúde.
A aposta da França nas bicicletas é séria. Depois de aprovar um ambicioso Plano Nacional da Bicicleta, que permite que os ciclistas circulem na contramão em algumas vias ou interpretem alguns semáforos vermelhos como amarelo, Paris segue seu esforço para promover as duas rodas. Agora, além de poupar em combustível, melhorar seu estado de saúde e favorecer um ambiente urbano mais limpo, os franceses que pedalam para o trabalho receberão um plus econômico.
Esta ideia não é nova. Mas agora, com as pinceladas que o ministro do transporte deu sobre a medida, parece avançar um passo mais. Embora os ciclistas estejam encantados com a proposta, ela recebeu críticas dos ativistas porque não será uma subvenção obrigatória para todas as empresas. O Governo oferecerá bonificações fiscais para assegurar a adesão da maioria das companhias, mas conta com um orçamento limitado de 20 milhões de euros. A subvenção estará dentro de um programa integral que busca melhorar a circulação dos ciclistas nas cidades, financiando a construção de estacionamentos de bicicletas em zonas estratégicas ou aumentando a segurança para evitar roubos.
Em outros países da Europa, como Espanha, ainda há poucas medidas para fomentar o uso da bicicleta. Um plano espanhol aprovado em outubro oferecia ajuda de 200 euros para a compra de bicicletas elétricas. O deputado Odón Elorza (PSOE) apresentou uma proposta para impulsionar o uso da bicicleta. Entre as medidas, pedia uma liquidação do IVA (imposto sobre o valor da mercadoria) que taxa as bicicletas, que o abaixaria de 21% a 10%. Outra das propostas era a elaboração de um Plano Nacional da Bicicleta semelhante aos lançados na França, Grã-Bretanha ou Alemanha. Além disso, propunha a constituição do Conselho Estatal da Bicicleta, uma entidade que reuniria os diferentes ministérios implicados em mobilidade, entidades, associações e empresas do setor para permitir o dialogo sobre o ciclismo. "Em mobilidade ainda há muito o que se fazer", comentava Elorza, depois de apresentar sua proposta.

Fonte: El Pais.

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